Tratamento 2019-12-07T10:59:43+00:00

Tratamento para o Bruxismo e Disfunção ATM

Você sabia que o bruxismo diurno ocorre 6x mais que o noturno?
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Conheça o tratamento inovador e acabe com suas dores!

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LIVA – Método de Tratamento Inovador | DIVA – Dispositivo Interoclusal de Vigília

  • Resultados clínicos encorajadores

  • Controla as dores

  • Não invasivo

  • Sem uso de substância química

  • Sem contra indicação

  • Bio-feedback, ajuda o paciente a monitorar, em tempo real, a sua condição muscular e articular

As dores mais comuns do ser humano são aquelas que acometem as costas e
a região da cabeça, da face e do pescoço.

Nas últimas décadas, a comunidade cientifica tem investido incontáveis esforços e recursos para entender e identificar as causas destes distúrbios e desenvolver estratégias e ferramentas terapêuticas para reduzir o sofrimento e devolver a qualidade de vida destas milhões de pessoas.

Estudos mais recentes têm apontado o “bruxismo de vigília” como uma possível peça deste “quebra cabeça” até agora desconhecida.

O Bruxismo de Vigília também conhecido como “bruxismo diurno” ou “bruxismo acordado” é o hábito de apertar ou encostar os dentes durante o dia ou apenas contrair a musculatura da face sem necessidade aparente e de forma muito frequente. 

Este comportamento inconsciente gerado por diversos fatores emocionais tais como a ansiedade, o estresse e a concentração pode induzir dores na região da cabeça, da face ou até mesmo fazer parte de distúrbios associados a quadros de sensibilização central como a fibromialgia, distúrbios do sono ou zumbido nos ouvidos.

Vários pesquisadores afirmam que a sua identificação e reversão são absolutamente necessárias e até indispensáveis para o controle destas dores crônicas que afetam mais de 30 milhões de brasileiros. 

O aspecto “sorrateiro”, silencioso, inconsciente e muito frequente deste hábito, dificulta enormemente o seu diagnóstico e controle levando os indivíduos, muitas vezes por desespero, a se auto medicar e a realizar tratamentos invasivos e irreversíveis, pouco eficientes e muitas vezes contra indicados.
Desta maneira, sugerimos abaixo algumas estratégias simples para combater o Bruxismo de vigília e as suas consequências.

Auto observação e mudança comportamental

Como já sabemos que este habito está intimamente ligado á concentração e ao estresse, recomendamos que você faça uma auto observação durante a sua atividade profissional e outros momentos do dia a dia como dirigir, ler, ver televisão ou digitar no celular e se perguntar se:

  • está apertando os dentes?
  • está tensionando a boca e os músculos da face?
  • tem habito de roer as unhas, mascar chiclete ou mordiscar objetos com a boca?
  • fica arrancando pelinho de lábio ou mordiscando a bochecha?

Todos estes hábitos nocivos podem ser considerados fatores de risco para o desencadeamento e manutenção de dores na região da cabeça, da face, da nuca, ombros e costas.

Qualidade do sono

A má qualidade do sono é um dos fatores de risco para o aumento da tensão, ansiedade e estresse. Assim, recomenda-se zelar pela “higiene do sono” como:

  • jantar alimentos mais leves (evitar gorduras, frituras e proteínas em excesso),
  • não deitar logo após a janta (esperar no mínimo 3 horas)
  • dormir de lado. Na primeira metade do sono dormir do lado esquerdo (facilita a digestão) e depois pode virar para o lado direito. 
  • deixar o celular no modo “night shift” a partir das 19:00hs. Pesquisas recentes mostraram que a luz azul emitida pelo celular inibe a liberação de melatonina (hormônio indutor do sono) pelo cérebro prejudicando o sono.
  • dormir em local escuro e silencioso

Cuidado com a auto medicação e abuso de remédios analgésicos

O uso abusivo de analgésico, além de causar distúrbios em vários órgãos (rim, fígado, estomago….) pode desencadear dores de cabeça. É o conhecido efeito rebote. A auto medicação muitas vezes pode esconder um problema mais grave e não ser efetivo para o quadro em questão. Não existem, até o momento, medicamentos efetivos para controlar o Bruxismo de vigília

Cuidado com tratamentos “milagrosos”

Muitas pessoas, por desespero, acabam se “entregando” a tratamentos não comprovados cientificamente propiciando um gasto biológico e financeiro incalculável além de ocasionar a cronificação do problema dificultando ainda mais a sua resolução.

Terapias físicas

Fisioterapia, quiropraxia, acupuntura e outras terapias físicas podem ser muito uteis no tratamento destes pacientes

Tratamento por biofeedback

Os tratamentos mais recomendados para o bruxismo de vigília são aqueles que ajudam o paciente a controlar estes hábitos diurnos de forma reversível, não invasiva e não medicamentosa.

Colar post-it no computador, na geladeira, no console do carro ou em outros locais para lembrar a não apertar os dentes é uma estratégia muito utilizada. Aplicativos de celular ou alarmes que tocam a intervalos predeterminados também propiciam a conscientização do paciente.

O tratamento Liva vem se inserir dentro desses novos conceitos terapêuticos, não invasivos, não medicamentosos, reversíveis e praticamente sem contra-indicação.  É um tratamento “verde” baseado nos princípios reeducadores do biofeedback que atuam diretamente numa das causas das dores Orofaciais: o bruxismo de Vigília.

Através do uso do Dispositivo interoclusal de Vigília (DIVA), que tem a função de monitorar, em tempo real, a contração dos músculos da mandíbula e da face, os pacientes conseguem, depois de 90 dias, em média, reverter este hábito tão pernicioso.

Estudos recentes, realizados pelo Dr. Alain Haggiag e outros pesquisadores da USP, mostraram a grande eficácia do Diva no controle de certas dores de cabeça.

“Obtivemos uma melhora de 70% no índice de Dor (VAS) em 30 dias em pacientes portadores de dores de cabeça crônicas (presentes a mais de 6 meses) somente com a reversão do hábito de contrair a musculatura da face e de apertar os dentes”.

Após 90 dias, os pacientes não necessitam mais usar o Diva, já que foram “reeducados”. Eles já não tensionam a musculatura de forma inconsciente e desnecessária.

“É um grande avanço no controle da dor e na melhora da qualidade de vida destes pacientes que tanto sofrem.”

Devido ao seu aspecto inovador, este tratamento tem gerado muito interesse dos grandes comitês científicos do mundo tanto que foi apresentado nos maiores congressos internacionais de Dor nos anos 2018 e 2019, tendo sido premiado pelo Congresso Europeu de Dor Orofacial como estudo mais importante de 2019.

“O Diva já pode ser visto como uma arma importante no combate à certas dores de cabeça” afirma o Prof. José Geraldo Speciali, Neurologista chefe do departamento de Cefaleia da USP Ribeirão e maior referência do Brasil na área.

DEPOIMENTOS

Os resultados podem variar de pessoas para pessoas

Depoimento da Sra. Priscila

Agosto de 2017

Depoimento da Sra. Ana Paula

Outubro de 2017

Depoimento da Sra. Lilian

Julho 2018

Depoimento da Sra. Larissa

Julho de 2018

Sra. Simone C. em dezembro 2016

“Eu tinha dores na região cervical há mais de 25 anos! Era sempre do mesmo jeito, acordava bem e, ao longo do dia, a dor se instalava e ia subindo até o topo da cabeça …”

Clique aqui e veja o depoimento completo

Sra Liliane S. em novembro 2016

“Eu tinha dores de cabeça quase todos os dias há mais de 10 anos. Era aquela dor irritante que começava depois do almoço e ia aumentando até o seu pico no final da tarde …”

Clique aqui e veja o depoimento completo

Sra Juliana B. em junho 2017

“Há 15 anos fui diagnosticada com bruxismo e passei a usar placa para dormir. Desde então sofro com estalidos ao abrir e fechar a boca …”

Clique aqui e veja o depoimento completo

Histórico

Desde 2004, Dr. Alain Haggiag pesquisa a relação entre bruxismo de vigília (ato de apertar os dentes durante o período acordado) e as dores de cabeça, zumbidos e problemas na ATM (articulação temporomandibular). 
 
Os resultados da pesquisa mostram que o bruxismo diurno ou de vigília é mais prejudicial do que o bruxismo noturno. O bruxismo diurno é cerca de 6 vezes mais frequente que o noturno e a ação de apertar os dentes é um fator de risco para o surgimento de dores de cabeça. 
 
Segundo os estudos, o bruxismo diurno é 4 vezes mais frequente que o bruxismo noturno em pacientes portadores de dor na região da cabeça
 
A partir dessas pesquisas foi desenvolvido um tratamento inovador, que se baseia no uso de um dispositivo (patente requerida) para o controle dessas dores: o DIVA

Comprovação Científica do Tratamento

Acaba de ser disponibilizado no Pubmed, a maior biblioteca médica online do mundo, o recentíssimo estudo feito pelo Dr Alain Haggiag e o Prof. Siqueira (chefe de Departamento de Dor Orofacial do HC- FMUSP) sobre o uso DIVA em pacientes portadores de Cefaleias

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30099938

A new biofeedback approach for the control of masseter and temporal myalgia: Utilization of an awake posterior interocclusal device.

Cranio. 2018 Aug 11:1-7. doi: 10.1080/08869634.2018.1503991. 

 

O sucesso do tratamento com o DIVA® se deve a uma associação de técnicas terapêuticas consagradas e eficientes na abordagem de pacientes portadores de dores crônicas na região da cabeça, como as cefaleias, enxaquecas, disfunção das ATM entre outras.

Os conselhos comportamentais, o uso de dispositivos intra orais (como é o caso do DIVA®) associados aos conceitos do biofeedback constituem, segundo pesquisas mais recentes, a maneira mais eficiente de reverter e controlar certos hábitos nocivos, como o Bruxismo de vigilia. Este último está sendo apontado como um dos grandes responsável pelo desencadeamento e manutenção de muitas dores orofaciais que geram tanto sofrimento.

O Dr Alain gosta sempre de lembrar aos seus pacientes os pilares principais que fundamentam esta abordagem terapêutica, são as “3 regras de 3”:

O que é o tratamento:

– Conselhos comportamentais
– Dispositivos intra orais
– Biofeedback

Como é o tratamento:

– Não invasivo
– Não medicamentoso
– Reversível

Os objetivos do tratamento:

– Conscientização dos maus hábitos
– Reeducação do paciente
– Melhora da qualidade de vida

Para saber mais sobre a historia do desenvolvimento do DIVA®, recomendamos a leitura da entrevista dada pelo Dr Alain á Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica: http://www.sbeb.org.br/site/en/quem-disse-que-pesquisa-em-engenharia-biomedica-e-so-para-engenheiro/

 

Você, como milhares de brasileiros, sofre com essas dores?

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